Hakeando a vida. Apenas a ponta do Zuckerberg, digo iceberg



Tudo que fazemos online é monitorado. A tecnologia analisa nosso comportamento através dos famosos algoritmos e eles decidem o que podemos ou não consumir – o que ouvir, ler, assistir, o que e onde comer, com quem fazer amizade, namorar e por aí vai.


Uma vez que o objetivo de toda rede social, por exemplo, é fazer que seus usuários fiquem o maior tempo possível conectados, saber o que é relevante para cada um é fundamental para poder oferecer sempre mais do mesmo.


Os algoritmos do Instagram - sim são vários - nada mais são que sistemas de coleta automática de dados e inteligência artificial que estabelecem o que cada usuário vai ver e qual seu posicionamento no feed, nos stories, no reels e no explorer.


Mas os algoritmos também conseguem identificar o estado emocional das pessoas e prever seu comportamento a partir de suas interações, até mesmo quando apenas rolamos a tela estamos alimentando o algoritmo.


Não só estamos vivendo em bolhas - consumindo goela abaixo apenas informações que confirmam a nossa visão de mundo – como também estamos vivendo numa espécie de solidão conectada onde tudo é monitorado, previsto e determinado por uma máquina.


Orwell com 1984 e Huxley com Admirável Mundo Novo criaram historinhas infantis perto do que Microsoft, Google, Facebook, AOL, Amazon, YouTube e Apple são capazes de fazer hoje.

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